Casal preso falsificava procurações para desvio de dinheiro de servidores

Jornal Mídia Extra, 31/10/2012 13h55

Foram pressos a advogada Elisiane de Lisieux Ferreira, e o marido, José Ernandes Veloso (Foto: Jornal Mídia Extra) Ampliar imagem: Foram pressos a advogada Elisiane de Lisieux Ferreira, e o marido, José Ernandes Veloso (Foto: Jornal Mídia Extra)
Foram pressos a advogada Elisiane de Lisieux Ferreira, e o marido, José Ernandes Veloso - Foto: Jornal Mídia Extra

 

A Polícia Federal (PF), durante coletiva de imprensa no final da manhã desta quarta-feira (31), trouxe novos esclarecimentos a respeito da Operação Pretório, que desmonta esquema de desvio de dinheiro para pagamento de servidores da Educação, de precatórios referentes a ação de 1989, por meio de procurações falsificadas destinando  benefícios à terceiros.

Segundo o superintendente da PF em Rondônia, Donizetti Tambani, foram executados hoje em porto Velho 50 mandados de busca e apreensão, e a prisão de um casal acusado de crime de estelionato e falsificação, os nomes foram divulgados: a advogada Elisiane de Lisieux Ferreira, e o marido, José Ernandes Veloso.

Conforme a denúncia, a advogada Elisiane de Lisieux e José Ernandes tinha a participação direta no esquema agindo na falsificação de documentos, viabilizando o recebimento de mais três milhões de reais em alvarás judiciais expedidos na  2ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 14ª Região.

A policia ainda afirma que José Ernandes possui histórico envolvendo crimes de estelionato, que teriam sido praticados também em outros estados.

As investigações começaram a partir de reclamações de beneficiários informando que não havia recebido valores que lhes são de direito, sendo constatados que os mesmo já constavam como efetivamente pagos, resultando em denuncias de magistrados e funcionários do (TRT) da 14ª Região.

Desvio

Apurou-se nas investigações um desvio de mais de R$ 5 milhões no pagamento indevidos de precatórios. E o Conselho Nacional de Justiça já promoveu o bloqueio dos mais de R$ 300 milhões que seriam pagos como uma das parcelas do precatório. As ações são integradas pelo Superior Tribunal de Justiça e pelo Conselho Nacional de Justiça. 

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